Neologismos na Linguagem Jornalística Recifense
Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O presente trabalho busca mostrar o aspecto inovador da linguagem da imprensa diária, no sentido de conseguir uma maior comunicação com o público e, através do vocabulário atualizado, patentear sua atualização de pensamento, informação e noticiário. Buscou-se também que a linguagem pesquisada representasse a da imprensa diária da nossa díade. Nem todas as inovações lingüísticas surgidas no eixo centro-sul são adotadas entre nós e muitas formações são tipicamente regionais. Por isso, para a formação do nosso corpus, tomamos três jornais diários recifenses: O Diário de Pernambuco, o Jornal do Commercio e o Diário da Noite que foram analisados de 1 de julho de 1981 a 20 de agosto do mesmo ano. Estudamos, na referida linguagem, os neologismos conceptuais e formais de acordo com a classificação de M. Teresa Biderman.
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Aquivo Digital da Pós-Graduação em Letras UFPE
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4 de junho de 1982
22 de julho de 1980
José Ricardo Paes Barreto
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Letras Digitais
A Negação na Linguagem do Vaqueiro do Município de Serrita
Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo o estudo da negação encontrada na língua do vaqueiro do município de Serrita. Com o vocabulário “não” e outras palavras de sentido negativo, vemos que muitas interpretações sintáticas e estilísticas podem ocorrer dentro de um enunciado. A esse fato, acresce que, numa sentença, pode haver mais de um elemento negativo e, então, muitas vezes a influência de um é afetada pelo domínio de outro. Assim sendo, numa sentença pode conter uma reduplicação de sentido negativo ou uma representatividade enfática. Analisamos a negação de conformidade com o inventário extraído do corpus e, em seguida, estudamos a mesma dentro de uma abordagem sintática. Finalizando, submetemos o “não” e as palavras de sentido negativo a um estudo estilístico, procurando, inclusive, mostrar suas ocorrências em algumas figuras de linguagem.
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Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo o estudo da negação encontrada na língua do vaqueiro do município de Serrita. Com o vocabulário “não” e outras palavras de sentido negativo, vemos que muitas interpretações sintáticas e estilísticas podem ocorrer dentro de um enunciado. A esse fato, acresce que, numa sentença, pode haver mais de um elemento negativo e, então, muitas vezes a influência de um é afetada pelo domínio de outro. Assim sendo, numa sentença pode conter uma reduplicação de sentido negativo ou uma representatividade enfática. Analisamos a negação de conformidade com o inventário extraído do corpus e, em seguida, estudamos a mesma dentro de uma abordagem sintática. Finalizando, submetemos o “não” e as palavras de sentido negativo a um estudo estilístico, procurando, inclusive, mostrar suas ocorrências em algumas figuras de linguagem.
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30 de novembro de 1979
Ítala Maria Wanderlei da Silva
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Letras Digitais
Arcaísmos na Fala do Pescador do Litoral Sul de Pernambuco
Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Na atual estudo procurou-se analisar o caráter conservador da linguagem de um grupo profissional – o pescador – que até bem pouco tempo tem vivido isolado dos centros de desenvolvimento. A pesquisa foi realizada no período de julho de 1978 a janeiro de 1979. Escolheu-se como local o Litoral Sul de Pernambuco, representado pelas praias de São José da Coroa Grande, Tamandaré e Barra de Serinhaém. Na fala do referido grupo, estudaram-se especialmente os arcaísmos léxicos e aspectos gerais dos arcaísmos sintáticos.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Na atual estudo procurou-se analisar o caráter conservador da linguagem de um grupo profissional – o pescador – que até bem pouco tempo tem vivido isolado dos centros de desenvolvimento. A pesquisa foi realizada no período de julho de 1978 a janeiro de 1979. Escolheu-se como local o Litoral Sul de Pernambuco, representado pelas praias de São José da Coroa Grande, Tamandaré e Barra de Serinhaém. Na fala do referido grupo, estudaram-se especialmente os arcaísmos léxicos e aspectos gerais dos arcaísmos sintáticos.
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14 de novembro de 1979
Fernando José Castim
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Letras Digitais
Manifestações Lingüísticas da Ironia na Prosa de Ficção Machadiana
Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Há autores que, pela qualidade de suas obras, mantêm-se sempre abertos para os seus leitores, para os críticos, para os lingüistas, para os estudiosos em geral. Um deles é Machado de Assis. Sempre prodígio para todos. Sempre fértil. Susceptível de várias abordagens. Especialmente uma abordagem lingüística ou lingüístico-estilística. A afirmação de sua ironia já é bastante conhecida e estudada. O seu pessimismo, largamente decantado. E que dizer de um estudo em que se tenta provar como sua ironia se manifesta lingüisticamente? Que formas da língua utilizou Machado de Assis para expressar a sua visão e o seu espanto cósmicos? A todos aqueles, pois, que não acreditam na prodigalidade machadiana.
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Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Há autores que, pela qualidade de suas obras, mantêm-se sempre abertos para os seus leitores, para os críticos, para os lingüistas, para os estudiosos em geral. Um deles é Machado de Assis. Sempre prodígio para todos. Sempre fértil. Susceptível de várias abordagens. Especialmente uma abordagem lingüística ou lingüístico-estilística. A afirmação de sua ironia já é bastante conhecida e estudada. O seu pessimismo, largamente decantado. E que dizer de um estudo em que se tenta provar como sua ironia se manifesta lingüisticamente? Que formas da língua utilizou Machado de Assis para expressar a sua visão e o seu espanto cósmicos? A todos aqueles, pois, que não acreditam na prodigalidade machadiana.
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9 de março de 1979
Glécia Bemvindo Cruz
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Letras Digitais
Níveis de Fala em Alunos do Primeiro Grau
Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: A presente pesquisa teve lugar no Recife, nos meses de maio e junho de 1978. Seu objetivo foi o de comprovar a existência de níveis de fala em alunos de 1º grau. Para isso foram escolhidos três grupos de seis alunos, formando um total de dezoito, matriculados em escolas localizadas em três diferentes bairros do Recife. A análise desse corpus levou em consideração a língua escrita e a língua oral. Esta, registrada através de gravações feitas com um cassete Crowncorder, modelo CTR-340 W, e aquela colhida por meio de descrições realizadas pelos alunos. Estudou-se, na língua oral, o vocabulário e também aspectos do nível morfossintático. Na língua escrita observou-se, além dos itens citados para a língua oral, a grafia.
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Orientação: José Brasileiro Vilanova
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Resumo: A presente pesquisa teve lugar no Recife, nos meses de maio e junho de 1978. Seu objetivo foi o de comprovar a existência de níveis de fala em alunos de 1º grau. Para isso foram escolhidos três grupos de seis alunos, formando um total de dezoito, matriculados em escolas localizadas em três diferentes bairros do Recife. A análise desse corpus levou em consideração a língua escrita e a língua oral. Esta, registrada através de gravações feitas com um cassete Crowncorder, modelo CTR-340 W, e aquela colhida por meio de descrições realizadas pelos alunos. Estudou-se, na língua oral, o vocabulário e também aspectos do nível morfossintático. Na língua escrita observou-se, além dos itens citados para a língua oral, a grafia.
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