Vivência Poética (Princípios Determinantes da Relação Espectador-Obra)
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: A dissertação tem como tema central a percepção e vivência da obra de arte literária. Propõe, como centro de investigação, a literatura enquanto manifestação artística, cujo objeto é dado à contemplação. Visando principalmente localizar os princípios determinantes da relação sujeito-objeto, se instaura um questionamento teórico dirigido à elucidação de questões fundamentais para a compreensão do real papel da experiência estética. Tal questionamento pretende fundamentar os seguintes pontos: a vivência da obra de arte literária, como objeto estético, (a) pressupõe uma dinâmica interna da obra e, (b) se singulariza, junto às demais experiências, - por ser basicamente perceptiva – embora não estabeleça uma oposição à intelecção. Partindo do exame dessas questões, a dissertação procura ressaltar a estreita relação entre o permanecer da obra no tempo e a participação ativa do espectador. Para finalizar, resta esclarecer que a necessidade de se considerar os efeitos particulares da recepção inviabiliza (para a dissertação), a possibilidade de uma parte prática, que vise a esclarecer ou exemplificar o corpo teórico apresentado. A dissertação se insere, portanto, nos domínios estritos da literatura teórica.
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Aquivo Digital da Pós-Graduação em Letras UFPE
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24 de novembro de 1983
1 de junho de 1982
Lindinalvo Alexandrino de Almeida
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Letras Digitais
O Trovadorismo Português na Moderna Poesia Brasileira
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Dissertação originalmente sem resumo.
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Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Dissertação originalmente sem resumo.
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29 de setembro de 1981
Maria de Fátima Pessoa de Mello Cartaxo
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Letras Digitais
O Ser e a Vida da Obra de Ficção
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: O tema desta dissertação é a vida da obra literária. Poderia ser o tema da vida da própria arte, considerando-se o objetivo do ensaio. O campo teórico do trabalho compreende a conceituação da obra literária como uma idealidade de formas puras, cuja significação no tempo é sem dúvida ontológica. Então se oferece ao horizonte deste estudo a questão do ente e do ser, do tempo, nas suas várias modalidades e da existência na infinitude dos seus procedimentos. Como havia necessidade de dotar o ensaio de um núcleo, escolheu-se o romance como o modelo do ser mais adequado à tese e este ponto central acabou absorvendo a reflexão ontológica, por inteiro. Seria inevitável, ao cuidar da obra literária e da sua vida como ficção, como um ser lançado no tempo, versar, também, problemas de estética filosófica, como a percepção, a experiência, o objeto, a realidade, a idealidade, o valor e a autonomia, o que se fez em torno do ponto básico de estudo, que é a demonstração da unidade do ser na extensão temporal, logo na vida como transcendência. Assim, a dissertação pertence aos domínios da Ontologia e Estética filosófica, sem deixar de ser, essencialmente, do campo exclusivo da literatura teórica, pois sempre partiu e sempre procurou o seu fim na natureza e no sentido do fenômeno literário.
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Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: O tema desta dissertação é a vida da obra literária. Poderia ser o tema da vida da própria arte, considerando-se o objetivo do ensaio. O campo teórico do trabalho compreende a conceituação da obra literária como uma idealidade de formas puras, cuja significação no tempo é sem dúvida ontológica. Então se oferece ao horizonte deste estudo a questão do ente e do ser, do tempo, nas suas várias modalidades e da existência na infinitude dos seus procedimentos. Como havia necessidade de dotar o ensaio de um núcleo, escolheu-se o romance como o modelo do ser mais adequado à tese e este ponto central acabou absorvendo a reflexão ontológica, por inteiro. Seria inevitável, ao cuidar da obra literária e da sua vida como ficção, como um ser lançado no tempo, versar, também, problemas de estética filosófica, como a percepção, a experiência, o objeto, a realidade, a idealidade, o valor e a autonomia, o que se fez em torno do ponto básico de estudo, que é a demonstração da unidade do ser na extensão temporal, logo na vida como transcendência. Assim, a dissertação pertence aos domínios da Ontologia e Estética filosófica, sem deixar de ser, essencialmente, do campo exclusivo da literatura teórica, pois sempre partiu e sempre procurou o seu fim na natureza e no sentido do fenômeno literário.
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25 de setembro de 1981
Neide Medeiros Santos
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Letras Digitais
A Ironia na Ficção de Graciliano Ramos
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: A viagem que se empreendeu em torno da obra ficcional de Graciliano Ramos partiu de um aspecto estilístico – a ironia – presença marcante nos quatro romances do escritor alagoano. Como a ironia incide exclusivamente sobre o ser humano, tudo girou em volta dos personagens. No que concerne à divisão do trabalho, procurou-se, inicialmente, estudar os gêneros literários, vinculando os romances, em face posterior, ao irônico (Caetés); épico (São Bernardo); trágico (Angústia) e lírico (Vidas Secas). Na segunda parte, a reflexão se voltou para o estudo da ironia. Considerando-se a ironia como o elemento estilístico predominante, ressaltou-se o aspecto irônico de cada livro analisado – capitulação (Caetés); reificação (São Bernardo); zoomorfização (Angústia); antropomorfização, fitomorfização e geomorfização (Vidas Secas). Na conclusão, demonstrou-se que a ironia foi um meio utilizado pelo autor para compreender o homem e uma tentativa de reconciliar o eu/mundo.
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Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: A viagem que se empreendeu em torno da obra ficcional de Graciliano Ramos partiu de um aspecto estilístico – a ironia – presença marcante nos quatro romances do escritor alagoano. Como a ironia incide exclusivamente sobre o ser humano, tudo girou em volta dos personagens. No que concerne à divisão do trabalho, procurou-se, inicialmente, estudar os gêneros literários, vinculando os romances, em face posterior, ao irônico (Caetés); épico (São Bernardo); trágico (Angústia) e lírico (Vidas Secas). Na segunda parte, a reflexão se voltou para o estudo da ironia. Considerando-se a ironia como o elemento estilístico predominante, ressaltou-se o aspecto irônico de cada livro analisado – capitulação (Caetés); reificação (São Bernardo); zoomorfização (Angústia); antropomorfização, fitomorfização e geomorfização (Vidas Secas). Na conclusão, demonstrou-se que a ironia foi um meio utilizado pelo autor para compreender o homem e uma tentativa de reconciliar o eu/mundo.
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25 de junho de 1981
José Rodrigues de Paiva
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Letras Digitais
“Mudança”: romance-limite
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Interpreta-se neste ensaio a obra ficcional de Vergílio Ferreira, dedicando-se atenção especial a “Mudança”, romance que assinala a viagem do escritor da ficção de preocupações sociais para o romance de idéias. Para melhor se destacar o caráter limítrofe desse livro, estudou-se, através de “Vagão J”, a fase romanesca do escritor situada anteriormente a Mudança, procedendo-se de igual modo com referência à produção que lhe é posterior. Tal caminho permitiu observar a evolução literária do romancista, o que ele representa de inovador para o romance português deste século, as influências que exerceu sobre os ficcionistas das novas gerações e o processo de renovação literária que impôs a si próprio criando um romance que não se repete e que obedece a um programa de contínua evolução formal e ideológica.
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Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Interpreta-se neste ensaio a obra ficcional de Vergílio Ferreira, dedicando-se atenção especial a “Mudança”, romance que assinala a viagem do escritor da ficção de preocupações sociais para o romance de idéias. Para melhor se destacar o caráter limítrofe desse livro, estudou-se, através de “Vagão J”, a fase romanesca do escritor situada anteriormente a Mudança, procedendo-se de igual modo com referência à produção que lhe é posterior. Tal caminho permitiu observar a evolução literária do romancista, o que ele representa de inovador para o romance português deste século, as influências que exerceu sobre os ficcionistas das novas gerações e o processo de renovação literária que impôs a si próprio criando um romance que não se repete e que obedece a um programa de contínua evolução formal e ideológica.
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3 de novembro de 1980
Ana Lúcia Lapenda
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Letras Digitais
Tambor Cósmico: Uma Visão do Poético Absoluto
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Dissertação originalmente sem resumo.
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Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Dissertação originalmente sem resumo.
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21 de setembro de 1978
Janilto Rodrigues de Andrade
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Letras Digitais
Literatura: Fonte de Conhecimento
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Fonte de conhecimento é uma resposta que se dá à pergunta: o que é a literatura? Há outras, naturalmente. Cada uma deve ter a sua validade, desde que leve a compreender o fenômeno literário como uma manifestação cultural que presentifica a realidade humana em momentos de conflito e de necessidade de afirmação de determinados valores que precisam ser conservados, sob pena de descaracterização da individualidade. A literatura é vida, que se manifesta e vive na linguagem. É o que se desenvolveu aqui: sua peculiaridade como objeto de linguagem, suas ligações com uma personalidade criativa, suas relações com o sócio-cultural que a envolve. Enfim, o homem, no que interessa universalmente.
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Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Fonte de conhecimento é uma resposta que se dá à pergunta: o que é a literatura? Há outras, naturalmente. Cada uma deve ter a sua validade, desde que leve a compreender o fenômeno literário como uma manifestação cultural que presentifica a realidade humana em momentos de conflito e de necessidade de afirmação de determinados valores que precisam ser conservados, sob pena de descaracterização da individualidade. A literatura é vida, que se manifesta e vive na linguagem. É o que se desenvolveu aqui: sua peculiaridade como objeto de linguagem, suas ligações com uma personalidade criativa, suas relações com o sócio-cultural que a envolve. Enfim, o homem, no que interessa universalmente.
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