Influência de Princípios Lingüísticos no Ensino da Língua Portuguesa
Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O trabalho consiste na análise da influência da lingüística moderna no ensino da língua portuguesa. Propusemo-nos a conhecer até que ponto os princípios fundamentais da ciência da linguagem influem na abordagem subjacente no livro didático, nas explicações gramaticais. Abordamos a ocorrência dos princípios da sistematicidade das línguas, da variação lingüística e da criatividade lingüística.
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Aquivo Digital da Pós-Graduação em Letras UFPE
20 de maio de 1983
19 de maio de 1983
Elizabeth Angélica Santos Siqueira
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Letras Digitais
Sexismo Lingüístico no Português do Brasil: alguns estereótipos
Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Algumas teorias sobre o sexismo lingüístico indicam a existência de formas discriminatórias para se referir à mulher. Abordam também certas características da “linguagem feminina” que vão diferenciá-la da linguagem utilizada pelo homem. Para verificar em que medida o português reflete certos esteriótipos sexuais da sociedade brasileira, foram testadas hipóteses relativas ao léxico e ao uso da língua. Faz-se o exame de alguns verbetes de dicionários e suas relações sintagmáticas e paradigmáticas. Através da análise de alguns lexemas registrados pelo novo Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, e de Dicionário de Palavrão e Termos Afins, de Mário Souto Maior, buscou-se observar a posição ocupada pela mulher em nossa cultura, de segundo sexo, submisso e estigmatizado. Para a identificação de algumas peculiaridades dos esteriótipos conversacionais da mulher brasileira, foi utilizado o livro de Lygia Fagundes Telles – As Meninas. A validade da obra como corpus da análise efetuada, residiu na apresentação de três personagens femininas que se aproximam em alguns aspectos (idade, grau de instrução) e se distanciam em outros (origem, educação, ideologia). Finalmente, foram estabelecidas as correlações da linguagem com as estruturas sociais vigentes, para que possam servir de subsídios a uma reflexão e busca de possíveis soluções.
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Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Algumas teorias sobre o sexismo lingüístico indicam a existência de formas discriminatórias para se referir à mulher. Abordam também certas características da “linguagem feminina” que vão diferenciá-la da linguagem utilizada pelo homem. Para verificar em que medida o português reflete certos esteriótipos sexuais da sociedade brasileira, foram testadas hipóteses relativas ao léxico e ao uso da língua. Faz-se o exame de alguns verbetes de dicionários e suas relações sintagmáticas e paradigmáticas. Através da análise de alguns lexemas registrados pelo novo Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, e de Dicionário de Palavrão e Termos Afins, de Mário Souto Maior, buscou-se observar a posição ocupada pela mulher em nossa cultura, de segundo sexo, submisso e estigmatizado. Para a identificação de algumas peculiaridades dos esteriótipos conversacionais da mulher brasileira, foi utilizado o livro de Lygia Fagundes Telles – As Meninas. A validade da obra como corpus da análise efetuada, residiu na apresentação de três personagens femininas que se aproximam em alguns aspectos (idade, grau de instrução) e se distanciam em outros (origem, educação, ideologia). Finalmente, foram estabelecidas as correlações da linguagem com as estruturas sociais vigentes, para que possam servir de subsídios a uma reflexão e busca de possíveis soluções.
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20 de abril de 1983
Maria da Paz Ribeiro Dantas
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Letras Digitais
O mito e a Ciência na Poesia de Joaquim Cardoso
Orientação: Irma Chaves Monteiro
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Este trabalho consiste na análise de alguns aspectos da produção poética de Joaquim Cardozo, aqueles em que a linguagem da ciência está associada a formas de representação próprias do pensamento mítico. Há diversos modos sob os quais, nos textos analisados, ocorre essa relação. O instrumental teórico que possibilitou identificar os diferentes tipos de relação da ciência com o mítico está contido na teoria de Roland Barthes, que vê no mito uma metalinguagem que se “nutre” de uma linguagem-objeto. Na Parte I, é abordada a composição mais extensa de toda a produção poética do autor de “Trivium”, “Visão do Último Trem Subindo ao Céu”, texto que recebe da análise a denominação de mito-poema. Na Parte II, estão contidos outros enfoques da relação entre a ciência e o mito, sempre dentro da mesma perspectiva barthesiana utilizada para o trabalho com o material da Parte I.
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Orientação: Irma Chaves Monteiro
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Este trabalho consiste na análise de alguns aspectos da produção poética de Joaquim Cardozo, aqueles em que a linguagem da ciência está associada a formas de representação próprias do pensamento mítico. Há diversos modos sob os quais, nos textos analisados, ocorre essa relação. O instrumental teórico que possibilitou identificar os diferentes tipos de relação da ciência com o mítico está contido na teoria de Roland Barthes, que vê no mito uma metalinguagem que se “nutre” de uma linguagem-objeto. Na Parte I, é abordada a composição mais extensa de toda a produção poética do autor de “Trivium”, “Visão do Último Trem Subindo ao Céu”, texto que recebe da análise a denominação de mito-poema. Na Parte II, estão contidos outros enfoques da relação entre a ciência e o mito, sempre dentro da mesma perspectiva barthesiana utilizada para o trabalho com o material da Parte I.
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7 de abril de 1983
Miriam Nunes Cavalcanti
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Letras Digitais
O Discurso Científico do Professor
Orientação: Luiz Antônio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: A presente dissertação trata de um tipo específico de discurso, o discurso científico do professor, com o objetivo de identificar alguns elementos fundamentais para a sua caracterização. Com base no método de análise de Pêcheux, a autora apresenta um esquema informacional, no qual integra a terminologia científica como o aspecto “crucial” do item código comum, e registra nele a presença do estudante, representando condição de recepção, destacando ainda o elemento intersubjetividade da fórmula de Benveniste. Assim, o discurso é visto de acordo com a ótica pêcheuriana, porém, com duas alterações fundamentais: a) no quadro de imagens está o discurso do aluno, que aqui tem função fundamental, como um dos elementos do processo de produção do discurso; b) a inclusão de um novo quadro, no qual se computa o elemento intenção, inspirado na teoria dos atos ilocutórios e perlocutórios de Austin e na ótica de Osakabe. Da análise dos protocologos verbais que constituíram o corpus deste trabalho, ressalta a tentativa de detectar a estrutura argumentativa, através de uma visão retórica, conforme Aristóteles e Perelman, concluindo-se pela predominância este silogismo entimêmico. E, finalmente, outro aspecto que particulariza este discurso é a terminologia científica, indissociável da linguagem didática utilizada.
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Orientação: Luiz Antônio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: A presente dissertação trata de um tipo específico de discurso, o discurso científico do professor, com o objetivo de identificar alguns elementos fundamentais para a sua caracterização. Com base no método de análise de Pêcheux, a autora apresenta um esquema informacional, no qual integra a terminologia científica como o aspecto “crucial” do item código comum, e registra nele a presença do estudante, representando condição de recepção, destacando ainda o elemento intersubjetividade da fórmula de Benveniste. Assim, o discurso é visto de acordo com a ótica pêcheuriana, porém, com duas alterações fundamentais: a) no quadro de imagens está o discurso do aluno, que aqui tem função fundamental, como um dos elementos do processo de produção do discurso; b) a inclusão de um novo quadro, no qual se computa o elemento intenção, inspirado na teoria dos atos ilocutórios e perlocutórios de Austin e na ótica de Osakabe. Da análise dos protocologos verbais que constituíram o corpus deste trabalho, ressalta a tentativa de detectar a estrutura argumentativa, através de uma visão retórica, conforme Aristóteles e Perelman, concluindo-se pela predominância este silogismo entimêmico. E, finalmente, outro aspecto que particulariza este discurso é a terminologia científica, indissociável da linguagem didática utilizada.
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17 de março de 1983
Francisca Núbia Nogueira
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Letras Digitais
O Estudo da Frase no Primeiro Grau: uma proposta didática
Orientação: Francisco Gomes de Matos
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O ensino da língua materna é uma atividade que preocupa a todos os responsáveis pela educação. “O quê” e “como” ensinar a um aluno que já traz interiorizada a gramática de sua língua é um desafio para os professores de Português, os quais se defrontam com inúmeros problemas lingüísticos e metodológicos, em sala de aula. Um diagnóstico da situação do ensino da Língua Portuguesa no 1º grau, em colégios particulares na cidade de Fortaleza – Ceará, envolvendo alunos concluintes, professores, roteiros programáticos e coleções didáticas é o objetivo principal dessa dissertação. A pesquisa, baseada num estudo da frase na linguagem escrita, visa tentar caracterizar o grau de maturidade sintática do aluno concluinte do 1º grau, referente à construção frasal. Como um reflexo da situação desse ensino. Os resultados da pesquisa são uma advertência à maneira como se processa o ensino da língua materna, mostrando a necessidade de modificações urgentes: nos objetivos, na metodologia, na apresentação do conteúdo gramatical, na atitude dos responsáveis pelo ensino da língua materna e no aproveitamento de princípios e técnicas da Lingüística. Apoiando-se nessas conclusões sugerimos: “Uma proposta didática para o estudo da frase no 1º grau”. A preocupação com a normatividade no ensino da língua materna no 1º grau deve ceder lugar a um ensino-aprendizagem produtivo de leitura e redação em que o aluno explore as estruturas frasais e seu uso adequado a cada situação comunicativa.
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Orientação: Francisco Gomes de Matos
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O ensino da língua materna é uma atividade que preocupa a todos os responsáveis pela educação. “O quê” e “como” ensinar a um aluno que já traz interiorizada a gramática de sua língua é um desafio para os professores de Português, os quais se defrontam com inúmeros problemas lingüísticos e metodológicos, em sala de aula. Um diagnóstico da situação do ensino da Língua Portuguesa no 1º grau, em colégios particulares na cidade de Fortaleza – Ceará, envolvendo alunos concluintes, professores, roteiros programáticos e coleções didáticas é o objetivo principal dessa dissertação. A pesquisa, baseada num estudo da frase na linguagem escrita, visa tentar caracterizar o grau de maturidade sintática do aluno concluinte do 1º grau, referente à construção frasal. Como um reflexo da situação desse ensino. Os resultados da pesquisa são uma advertência à maneira como se processa o ensino da língua materna, mostrando a necessidade de modificações urgentes: nos objetivos, na metodologia, na apresentação do conteúdo gramatical, na atitude dos responsáveis pelo ensino da língua materna e no aproveitamento de princípios e técnicas da Lingüística. Apoiando-se nessas conclusões sugerimos: “Uma proposta didática para o estudo da frase no 1º grau”. A preocupação com a normatividade no ensino da língua materna no 1º grau deve ceder lugar a um ensino-aprendizagem produtivo de leitura e redação em que o aluno explore as estruturas frasais e seu uso adequado a cada situação comunicativa.
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11 de março de 1983
Marlene Pereira da Paz
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Letras Digitais
A Argumentação em Editoriais Jornalísticos
Orientação: Alan Magalhães Costa e Luiz Antônio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Nesta dissertação, apresentamos em forma sintética a teoria de Oswald Ducrot, formulada em semântica argumentativa, onde destacamos os diversos tipos de implícito e, em particular, as pressuposições lingüísticas; e a teoria dos atos de fala de J. L. Austin com sua tricotomia, locutório, ilocutório e perlocutório, além da classificação das enunciações constativas e performativas. Fizemos uma aplicação prática em textos constituídos de editoriais jornalísticos extraídos de três diferentes periódicos da cidade de João Pessoa, e objetivamente uma análise semântico-argumentativa conforme essas modernas teorias. Assim, um novo modelo de análise semântica pareceu-nos positivamente útil ao trabalho de interpretação ou complementação de textos, centrados na informação publicitária, que na verdade carreia um grande número de implícitos.
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Orientação: Alan Magalhães Costa e Luiz Antônio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Nesta dissertação, apresentamos em forma sintética a teoria de Oswald Ducrot, formulada em semântica argumentativa, onde destacamos os diversos tipos de implícito e, em particular, as pressuposições lingüísticas; e a teoria dos atos de fala de J. L. Austin com sua tricotomia, locutório, ilocutório e perlocutório, além da classificação das enunciações constativas e performativas. Fizemos uma aplicação prática em textos constituídos de editoriais jornalísticos extraídos de três diferentes periódicos da cidade de João Pessoa, e objetivamente uma análise semântico-argumentativa conforme essas modernas teorias. Assim, um novo modelo de análise semântica pareceu-nos positivamente útil ao trabalho de interpretação ou complementação de textos, centrados na informação publicitária, que na verdade carreia um grande número de implícitos.
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3 de setembro de 1982
Esman Rodrigues Dias de Oliveira
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Letras Digitais
Functores e Lexemas – revendo o primado do léxico
Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: A partir de uma velha distinção entre vocábulos ditos auto-semânticos ou categoremáticos e vocábulos sin-semânticos ou sincategoremáticos, procurou-se nesta dissertação analisar o que parece constituir uma tendência generalizada a privilegiar o primeiro membro da dicotomia. Para tanto, considera-se no capítulo inicial o que seria um caso representativo dessa postura do senso comum. Nos capítulos subseqüentes, buscou-se – a vôo de pássaro – delinear a evolução histórica da questão e estabelecer, paralelamente, a terminologia a ser utilizada. Delimitando o âmbito da discussão à análise de um pequeno grupo de verbos a que se tem conferido os nomes de copulativos e auxiliares, examina-se – com base em Benveniste (1965) – o papel desempenhado por essas formas. Em larga medida (ou, pelo menos, em essência), as considerações que se fazem sobre essa pequena classe verbal constituem uma duplicação ou reduplicação ao caso específico do português das formulações originais do autor. Atendendo a dois princípios característicos do que para este constituiria o processo de auxiliação, considera-se preliminarmente o comportamento sintático de uma das duas classes referidas. Sob este aspecto, serviu-nos outrossim Klima (1964). Numa etapa posterior da análise, à luz da noção de “unidade semântica indissolúvel” – tradicionalmente admitida sob a rubrica análoga, por outros estudiosos – considera-se a impropriedade da assertiva de ser desprovido de valor semântico o primeiro constituinte da díade auxiliante/auxiliado, característica de tais locuções. No que respeita aos verbos de pleno exercício correspondente às formas ditas auxiliares, procurou-se aduzir argumentos visando a demonstrar que uns e outros pertenceriam à mesma classe verbal.
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Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: A partir de uma velha distinção entre vocábulos ditos auto-semânticos ou categoremáticos e vocábulos sin-semânticos ou sincategoremáticos, procurou-se nesta dissertação analisar o que parece constituir uma tendência generalizada a privilegiar o primeiro membro da dicotomia. Para tanto, considera-se no capítulo inicial o que seria um caso representativo dessa postura do senso comum. Nos capítulos subseqüentes, buscou-se – a vôo de pássaro – delinear a evolução histórica da questão e estabelecer, paralelamente, a terminologia a ser utilizada. Delimitando o âmbito da discussão à análise de um pequeno grupo de verbos a que se tem conferido os nomes de copulativos e auxiliares, examina-se – com base em Benveniste (1965) – o papel desempenhado por essas formas. Em larga medida (ou, pelo menos, em essência), as considerações que se fazem sobre essa pequena classe verbal constituem uma duplicação ou reduplicação ao caso específico do português das formulações originais do autor. Atendendo a dois princípios característicos do que para este constituiria o processo de auxiliação, considera-se preliminarmente o comportamento sintático de uma das duas classes referidas. Sob este aspecto, serviu-nos outrossim Klima (1964). Numa etapa posterior da análise, à luz da noção de “unidade semântica indissolúvel” – tradicionalmente admitida sob a rubrica análoga, por outros estudiosos – considera-se a impropriedade da assertiva de ser desprovido de valor semântico o primeiro constituinte da díade auxiliante/auxiliado, característica de tais locuções. No que respeita aos verbos de pleno exercício correspondente às formas ditas auxiliares, procurou-se aduzir argumentos visando a demonstrar que uns e outros pertenceriam à mesma classe verbal.
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25 de junho de 1982
Maria Virgínia Leal
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Lingüística e Afasias: breve contribuição da lingüística ao estudo das patologias da linguagem
Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Este trabalho visa a integrar a lingüística no contexto interdisciplinar que trata de uma das mais sérias perturbações da linguagem: as afasias. Todo especialista em linguagem sabe como tais perturbações têm sido postas de lado pelos lingüistas profissionais, fato analisado por Jakobson, no início da década de 40, quando só então elas passaram a ser consideradas como área de interesse para a lingüística – ainda que de forma bastante tímida e precária. A tarefa não é fácil, mas para abrir o campo a uma discussão eficaz, esta dissertação faz um breve levantamento histórico da questão, em todos os seus aspectos: neurológico, psicólogo, clínico e lingüístico. Ao acrescentar o componente lingüístico, estuda a relação linguagem e pensamento, unidades lingüísticas e suas alterações nas afasias e, finalmente, um esboço teórico das afasias à luz das teorias estruturalistas e gerativistas. Verifica, ao término do trabalho, a inadequação de determinados modelos teóricos aplicados às afasias. A partir disso, apresenta uma proposta de trabalho para aqueles lingüistas que desejem se dedicar aos estudos de patologia da linguagem, especialmente às afasias. Trata-se de um primeiro estágio no sentido de posicionar, teórica e metodologicamente, a lingüística em relação a essas perturbações. Posteriormente, o trabalho deverá ser retomado nos termos propostos no último capitulo da dissertação.
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Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Este trabalho visa a integrar a lingüística no contexto interdisciplinar que trata de uma das mais sérias perturbações da linguagem: as afasias. Todo especialista em linguagem sabe como tais perturbações têm sido postas de lado pelos lingüistas profissionais, fato analisado por Jakobson, no início da década de 40, quando só então elas passaram a ser consideradas como área de interesse para a lingüística – ainda que de forma bastante tímida e precária. A tarefa não é fácil, mas para abrir o campo a uma discussão eficaz, esta dissertação faz um breve levantamento histórico da questão, em todos os seus aspectos: neurológico, psicólogo, clínico e lingüístico. Ao acrescentar o componente lingüístico, estuda a relação linguagem e pensamento, unidades lingüísticas e suas alterações nas afasias e, finalmente, um esboço teórico das afasias à luz das teorias estruturalistas e gerativistas. Verifica, ao término do trabalho, a inadequação de determinados modelos teóricos aplicados às afasias. A partir disso, apresenta uma proposta de trabalho para aqueles lingüistas que desejem se dedicar aos estudos de patologia da linguagem, especialmente às afasias. Trata-se de um primeiro estágio no sentido de posicionar, teórica e metodologicamente, a lingüística em relação a essas perturbações. Posteriormente, o trabalho deverá ser retomado nos termos propostos no último capitulo da dissertação.
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4 de junho de 1982
Nelly Medeiros de Carvalho
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Letras Digitais
Neologismos na Linguagem Jornalística Recifense
Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O presente trabalho busca mostrar o aspecto inovador da linguagem da imprensa diária, no sentido de conseguir uma maior comunicação com o público e, através do vocabulário atualizado, patentear sua atualização de pensamento, informação e noticiário. Buscou-se também que a linguagem pesquisada representasse a da imprensa diária da nossa díade. Nem todas as inovações lingüísticas surgidas no eixo centro-sul são adotadas entre nós e muitas formações são tipicamente regionais. Por isso, para a formação do nosso corpus, tomamos três jornais diários recifenses: O Diário de Pernambuco, o Jornal do Commercio e o Diário da Noite que foram analisados de 1 de julho de 1981 a 20 de agosto do mesmo ano. Estudamos, na referida linguagem, os neologismos conceptuais e formais de acordo com a classificação de M. Teresa Biderman.
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Orientação: José Brasileiro Vilanova
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O presente trabalho busca mostrar o aspecto inovador da linguagem da imprensa diária, no sentido de conseguir uma maior comunicação com o público e, através do vocabulário atualizado, patentear sua atualização de pensamento, informação e noticiário. Buscou-se também que a linguagem pesquisada representasse a da imprensa diária da nossa díade. Nem todas as inovações lingüísticas surgidas no eixo centro-sul são adotadas entre nós e muitas formações são tipicamente regionais. Por isso, para a formação do nosso corpus, tomamos três jornais diários recifenses: O Diário de Pernambuco, o Jornal do Commercio e o Diário da Noite que foram analisados de 1 de julho de 1981 a 20 de agosto do mesmo ano. Estudamos, na referida linguagem, os neologismos conceptuais e formais de acordo com a classificação de M. Teresa Biderman.
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1 de junho de 1982
Lindinalvo Alexandrino de Almeida
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O Trovadorismo Português na Moderna Poesia Brasileira
Orientação: Leônidas Câmara
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Dissertação originalmente sem resumo.
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