Progressão Referencial e Progressão Tópica por Hipônimos e Hiperônimos em Textos Orais
Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Este trabalho analisa a progressão referencial e a progressão tópica por termos hiponímicos e hiperonímicos em textos orais. Adotar-se-á a teoria da referenciação desenvolvida por Mondada e Dubois (1995), que substitui a teoria tradicional da referência e introduz uma nova abordagem para uma questão bastante antiga na lingüística: podemos ou não dizer o mundo com a língua? Esse questionamento recebeu um outro direcionamento, uma vez que envolve uma complexa rede de relações entre linguagem, mundo e pensamento, discutido tanto pela semântica quanto pela filosofia da linguagem. Baseados nesta nova abordagem, desenvolvemos um estudo sistemático de duas estratégias responsáveis pela progressão do texto: a progressão referencial e progressão tópica. Dentre as sete estratégias de progressão referencial apresentadas por Koch & Marcuschi (1998), selecionamos apenas a relação anafórica por hipônimos e hiperônimos, a partir da qual apresentamos uma proposta também nova para definir hiponímia e hiperonímia como uma relação dependente do contexto de uso das palavras. Para tanto, utilizamos como corpus-base três gêneros textuais selecionados do Projeto Integrado – Núcleo de Estudos Lingüísticos da Fala e Escrita (NELFE) classificados de acordo com o modelo de contínuo tipológico realizado por Marcuschi (1998): (a) informal – a conversação espontânea; (b) semi-formal – entrevista; (c) formal- aula. Realizamos um estudo comparativo nesses gêneros, a fim de verificar funcionamento da progressão referencial e progressão tópica através das relações de inclusão presentes e construídas pelos hiperônimos e hipônimos em condições contextuais.
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Aquivo Digital da Pós-Graduação em Letras UFPE
29 de novembro de 1999
12 de novembro de 1999
Tânia Maria Pantója Pereira
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Letras Digitais
A Palavra Territorializada: dialogismo e memória em “A Terceira Margem” de Benedicto Monteiro
Orientação: Roland Walter
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Esta dissertação discute regionalismo e identidade cultural, com o objetivo de demonstrar que através da literatura é possível se estabelecer um diálogo entre cultura local e a cultura global. Para tanto, procura-se comprovar, a partir da teoria da intertextualidade, de Mikhail Bakhtin e dos estudos interculturais e interdisciplinares, que o romance Aquele Um, de Benedicto Monteiro, partindo do imaginário social da Amazônia paraense, estabelece um diálogo com outros textos e com outras culturas e reafirma a identidade cultural da região.
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Orientação: Roland Walter
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Esta dissertação discute regionalismo e identidade cultural, com o objetivo de demonstrar que através da literatura é possível se estabelecer um diálogo entre cultura local e a cultura global. Para tanto, procura-se comprovar, a partir da teoria da intertextualidade, de Mikhail Bakhtin e dos estudos interculturais e interdisciplinares, que o romance Aquele Um, de Benedicto Monteiro, partindo do imaginário social da Amazônia paraense, estabelece um diálogo com outros textos e com outras culturas e reafirma a identidade cultural da região.
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8 de novembro de 1999
Clélia Barqueta
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Letras Digitais
A Recriação Histórico-Discursiva da Segunda Guerra Mundial: análise do discurso dos livros de história para o segundo grau
Orientação: Nelly Medeiros de Carvalho
Área de Concentração: Linguística
Resumo: As questões históricas, culturais e ideológicas vêm sendo cada vez mais estudadas por pesquisadores que atuam na área do ensino/aprendizagem. O presente trabalho insere-se nesse contexto. Partiu-se da hipótese de que, assim como a linguagem não é transparente, tampouco é o olhar para o passado. Todo presente, quando olha para trás julga, o passado com padrões e medidas atuais, e tenta reescrever a história à sua maneira.
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Orientação: Nelly Medeiros de Carvalho
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Resumo: As questões históricas, culturais e ideológicas vêm sendo cada vez mais estudadas por pesquisadores que atuam na área do ensino/aprendizagem. O presente trabalho insere-se nesse contexto. Partiu-se da hipótese de que, assim como a linguagem não é transparente, tampouco é o olhar para o passado. Todo presente, quando olha para trás julga, o passado com padrões e medidas atuais, e tenta reescrever a história à sua maneira.
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26 de outubro de 1999
Roberto Henrique Seidel
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Letras Digitais
Do Futuro do Presente ao Presente Continuo Modernismo Vs. Pós Modernismo: Um Estudo Analítico das Obras “Angústia”, de G. Ramos, e “Hotel Atlântico” de J. G. Noll, segundo a Teoria do “Inconsciente Político” de Jameson
Orientação: Roland Walter
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: No presente trabalho nos ocupamos, inicialmente, com o projeto modernizador, seu vínculo com a modernização social e com a modernidade cultural, procurando dar conta dos motivos principais nos quais se orienta o revisionismo patente da discussão pós-moderna em relação à fase de instalação da modernidade estética em geral e da arte moderna em particular. Questionamos a conclusão ou não do projeto da modernidade. Procuramos, ainda, dar uma visão panorâmica da gênese e difusão do termo "pós-modernismo"; inventariando sua ocorrência em termos estéticos; caracterizando formulações teóricas principais que dele se ocuparam (Lyotard, Habermas, Rorty); rastreando sua recepção, recusa e (ab)uso, bem como questionando a sua pertinência classificatória, rotularizante e periodizante.
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Orientação: Roland Walter
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: No presente trabalho nos ocupamos, inicialmente, com o projeto modernizador, seu vínculo com a modernização social e com a modernidade cultural, procurando dar conta dos motivos principais nos quais se orienta o revisionismo patente da discussão pós-moderna em relação à fase de instalação da modernidade estética em geral e da arte moderna em particular. Questionamos a conclusão ou não do projeto da modernidade. Procuramos, ainda, dar uma visão panorâmica da gênese e difusão do termo "pós-modernismo"; inventariando sua ocorrência em termos estéticos; caracterizando formulações teóricas principais que dele se ocuparam (Lyotard, Habermas, Rorty); rastreando sua recepção, recusa e (ab)uso, bem como questionando a sua pertinência classificatória, rotularizante e periodizante.
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15 de outubro de 1999
Valdenides Cabral de Araújo Dias
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Letras Digitais
Das Margens do Corpo ao Corpo de Linguagem: A Incorporação na Poética de Gilberto de Mendonça Teles
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Nossa análise teve como objetivo mostrar como se dá o processo de incorporação textual na poesia de Gilberto Mendonça Teles, mais especificamente, nos livros Plural de Nuvens e Cone de Sombras. Seguimos aqui o percurso de sua escrituração, desde o ato de pensar a sua poesia até o momento em que se oferece ao leitor como corpo de linguagem, primeiro: as armadilhas da linguagem e da língua, a devoração da palavra e sua digestão, a sonora e sensual-idade das palavras no momento de sua "escalavração". Depois, como corpo erótico a circular dentro do corpo de linguagem: o lance de dedos, a fragmentação, o descontínuo do corpo, as suas margens e zonas; o melhor da mulher-palavra-poesia e de sua transgressão dita por um homem.
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Resumo: Nossa análise teve como objetivo mostrar como se dá o processo de incorporação textual na poesia de Gilberto Mendonça Teles, mais especificamente, nos livros Plural de Nuvens e Cone de Sombras. Seguimos aqui o percurso de sua escrituração, desde o ato de pensar a sua poesia até o momento em que se oferece ao leitor como corpo de linguagem, primeiro: as armadilhas da linguagem e da língua, a devoração da palavra e sua digestão, a sonora e sensual-idade das palavras no momento de sua "escalavração". Depois, como corpo erótico a circular dentro do corpo de linguagem: o lance de dedos, a fragmentação, o descontínuo do corpo, as suas margens e zonas; o melhor da mulher-palavra-poesia e de sua transgressão dita por um homem.
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1 de outubro de 1999
Paulo Fernando de Souza Júnior
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Letras Digitais
Da Poesia Visual à Poesia Intersemiótica no Pós Modernismo Brasileiro
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: A presente dissertação tem como tema a influência das tecnologias da imagem - em especial o vídeo - no surgimento de uma poética intersemiótica, no contexto do pós-modernismo literário brasileiro, enfocando a análise das relações texto/imagem estabelecidas em Nome, de Arnaldo Antunes, a fim de verificar as transformações que estas tecnologias causaram na poética visual. No primeiro capítulo, faremos uma breve síntese histórica da poesia visual no Brasil, analisando alguns de seus procedimentos técnico-formais, suas propostas estéticas e ideológicas, e verificando seus estágios no contexto sócio-cultural nacional.
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Orientação: Sebastien Joachim
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Resumo: A presente dissertação tem como tema a influência das tecnologias da imagem - em especial o vídeo - no surgimento de uma poética intersemiótica, no contexto do pós-modernismo literário brasileiro, enfocando a análise das relações texto/imagem estabelecidas em Nome, de Arnaldo Antunes, a fim de verificar as transformações que estas tecnologias causaram na poética visual. No primeiro capítulo, faremos uma breve síntese histórica da poesia visual no Brasil, analisando alguns de seus procedimentos técnico-formais, suas propostas estéticas e ideológicas, e verificando seus estágios no contexto sócio-cultural nacional.
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30 de setembro de 1999
Murilo Jardelino da Costa
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Letras Digitais
Estratégias de Construção Semântica em Aulas de Alemão para Estrangeiro: o significado como problema de aprendizagem
Orientação: Abuêndia Padilha Peixoto Pinto
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Um aspecto da aula de língua alemã para estrangeiros que não tem recebido há muito tempo à devida atenção é o que trata do ensino do significado. É a partir desta constatação, que o presente trabalho examina não só como ocorrem os processos de semantização de unidades lexicais no contexto de sala de aula de língua estrangeira, como também verifica que recursos lingüísticos que o professores utilizam para promover a compreensão e a aprendizagem destas unidades lexicais, com o objetivo de descobrir se o aluno está recebendo pouca informação a respeito das estratégias necessárias para compreender e verbalizar o conhecimento subjacente às unidades lexicais em língua estrangeira. A interação e a aprendizagem em SA/LE, os problemas de compreensão e as estratégias de comunicação são alguns dos aspectos da aula de problemas de compreensão e as estratégias de comunicação são alguns dos aspectos da aula de LAE discutidos ao longo de nossa pesquisa, que possibilitam o levantamento de hipóteses para este estudo. O ponto de partida da análise é de base empírica e consiste em interações em sala de aula de língua alemã para estrangeiros. Utilizando um instrumento de pesquisa que adota procedimentos de análise de várias áreas de estudos sobre a linguagem (Análise da Conversação, Análise do Discurso, Lingüística Textual,...) seqüências de explicação de unidades lexicais desconhecidas são descritas e interpretadas. Esperamos que os resultados provenientes do nosso estudo forneçam subsídios para os procedimentos pedagógicos destinados a minimizar os problemas de ensino-aprendizagem do significado em sala de aula, capacitando os aprendizes como falantes / usuários no padrão interacional característico de situações autênticas de comunicação.
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Orientação: Abuêndia Padilha Peixoto Pinto
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Um aspecto da aula de língua alemã para estrangeiros que não tem recebido há muito tempo à devida atenção é o que trata do ensino do significado. É a partir desta constatação, que o presente trabalho examina não só como ocorrem os processos de semantização de unidades lexicais no contexto de sala de aula de língua estrangeira, como também verifica que recursos lingüísticos que o professores utilizam para promover a compreensão e a aprendizagem destas unidades lexicais, com o objetivo de descobrir se o aluno está recebendo pouca informação a respeito das estratégias necessárias para compreender e verbalizar o conhecimento subjacente às unidades lexicais em língua estrangeira. A interação e a aprendizagem em SA/LE, os problemas de compreensão e as estratégias de comunicação são alguns dos aspectos da aula de problemas de compreensão e as estratégias de comunicação são alguns dos aspectos da aula de LAE discutidos ao longo de nossa pesquisa, que possibilitam o levantamento de hipóteses para este estudo. O ponto de partida da análise é de base empírica e consiste em interações em sala de aula de língua alemã para estrangeiros. Utilizando um instrumento de pesquisa que adota procedimentos de análise de várias áreas de estudos sobre a linguagem (Análise da Conversação, Análise do Discurso, Lingüística Textual,...) seqüências de explicação de unidades lexicais desconhecidas são descritas e interpretadas. Esperamos que os resultados provenientes do nosso estudo forneçam subsídios para os procedimentos pedagógicos destinados a minimizar os problemas de ensino-aprendizagem do significado em sala de aula, capacitando os aprendizes como falantes / usuários no padrão interacional característico de situações autênticas de comunicação.
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17 de setembro de 1999
Fabiane Maria C. Gonçalves Cavalcanti
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Letras Digitais
Organização Textual da Notícia: uma análise da TV e do jornal
Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O objetivo deste estudo é realizar um estudo comparativo do texto noticioso em televisão e em jornal impresso. Verificamos como cada veículo de comunicação organiza as informações sobre o mesmo fato, salientado as características que aproximam e distanciam as reportagens da tv e de jornal. Para isso, confrontamos 20 matérias do Jornal Nacional com suas correspondentes na Folha de São Paulo, observando como as condições de produção inerentes a cada meio influem na elaboração da notícia. As matérias escolhidas para análise tratam de assuntos variados. O material foi analisado sob a perspectiva teórica da Lingüística e da Comunicação, tomando por base um paradigma revisado da teoria da comunicação, aliado às teorias sobre a narrativa jornalística e sobre a estrutura temática e esquemática da notícia. Observamos que as primeiras diferenças entre os textos estudados dizem respeito ao aprofundamento e ordenamento de informações na notícia e à força expressiva, dominante nas reportagens televisivas. Vimos que nos textos de jornal impresso há maior detalhamento de informações. Já o formato da notícia é distinto em cada veículo. Salientamos que as características de produção inerentes ao meio determinam as diferenças observadas. Acredito que os resultados encontrados possam ser generalizados para outros telejornais e jornais impressos, pelo fato de o Jornal Nacional e a Folha de São Paulo terem se tornando modelos nas duas modalidades. Porém, apenas um estudo mais acurado poderá confirmar essa hipótese.
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Orientação: Luiz Antonio Marcuschi
Área de Concentração: Linguística
Resumo: O objetivo deste estudo é realizar um estudo comparativo do texto noticioso em televisão e em jornal impresso. Verificamos como cada veículo de comunicação organiza as informações sobre o mesmo fato, salientado as características que aproximam e distanciam as reportagens da tv e de jornal. Para isso, confrontamos 20 matérias do Jornal Nacional com suas correspondentes na Folha de São Paulo, observando como as condições de produção inerentes a cada meio influem na elaboração da notícia. As matérias escolhidas para análise tratam de assuntos variados. O material foi analisado sob a perspectiva teórica da Lingüística e da Comunicação, tomando por base um paradigma revisado da teoria da comunicação, aliado às teorias sobre a narrativa jornalística e sobre a estrutura temática e esquemática da notícia. Observamos que as primeiras diferenças entre os textos estudados dizem respeito ao aprofundamento e ordenamento de informações na notícia e à força expressiva, dominante nas reportagens televisivas. Vimos que nos textos de jornal impresso há maior detalhamento de informações. Já o formato da notícia é distinto em cada veículo. Salientamos que as características de produção inerentes ao meio determinam as diferenças observadas. Acredito que os resultados encontrados possam ser generalizados para outros telejornais e jornais impressos, pelo fato de o Jornal Nacional e a Folha de São Paulo terem se tornando modelos nas duas modalidades. Porém, apenas um estudo mais acurado poderá confirmar essa hipótese.
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7 de julho de 1999
Andréa Cabral de Miranda
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Letras Digitais
A Representação Ficcional do Poder em “A Memória Revoltada”, de Maximiano Campos e o Quarto Fechado, de Lya Luft
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Nosso trabalho é uma leitura de dois romances: A memória revoltada-A.M.R., do pernambucano Maximiano Campos e O quarto fechado (O Q.F.), da gaúcha Lya Luft. De ordem comparativista, nossa abordagem enfoca as relações de poder, através das representações que as obras propõem. Nesses autores, o poder se mostra estreitamente ligado à loucura e à sexualidade. Portanto, abordamos as formas de loucura advindas das turbulências sociais, por vezes castradoras, e também os papéis atribuídos ao sexo feminino, e por conseguinte ao masculino. Convocamos para nos respaldar, algumas posições feministas na crítica literária, a dialética do Outro e do Mesmo, certos conceitos da psicanálise, sociocrítica e outras linhas de pesquisas, que nos ajudaram a espreitar os universos em questão.
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Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Nosso trabalho é uma leitura de dois romances: A memória revoltada-A.M.R., do pernambucano Maximiano Campos e O quarto fechado (O Q.F.), da gaúcha Lya Luft. De ordem comparativista, nossa abordagem enfoca as relações de poder, através das representações que as obras propõem. Nesses autores, o poder se mostra estreitamente ligado à loucura e à sexualidade. Portanto, abordamos as formas de loucura advindas das turbulências sociais, por vezes castradoras, e também os papéis atribuídos ao sexo feminino, e por conseguinte ao masculino. Convocamos para nos respaldar, algumas posições feministas na crítica literária, a dialética do Outro e do Mesmo, certos conceitos da psicanálise, sociocrítica e outras linhas de pesquisas, que nos ajudaram a espreitar os universos em questão.
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7 de abril de 1999
Januacele Francisca da Costa
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Ya:thê, A Última Língua Nativa no Nordeste do Brasil: aspectos morfo-fonológicos e forfo-sintáticos
Orientação: Adair Pimentel Palácio
Área de Concentração: Linguística (Doutorado)
Resumo: Este trabalho é uma descrição, nos níveis da fonologia, da morfologia e da sintaxe, do Ya:thê, língua indígena brasileira, falada pelos índios Fulni-ô, do Sul do Estado de Pernambuco, no Nordeste do Brasil. A análise foi efetuada sobre bases distribucionais e funcionais e procuramos dar aos fenômenos observados uma interpretação funcionalista sempre que isto foi possível. Descrevemos a fonologia em termos de inventário de sons e de suas especificações fonéticas e fonotáticas, e do inventário de fonemas e definição do status de determinados sons considerados problemáticos. Procuramos sugerir, ainda, as matrizes dos traços que parecem ser utilizados pelo sistema fonológico da língua e descrevemos brevemente os principais processos fonológicos e morfofonológicos. Na morfologia, definimos os processos de formação de palavras, estabelecemos as classes principais e as classes menores de palavras, bem como os elementos que funcionam como especificadores do nome e do verbo e sua combinação na constituição de sintagmas. Tratamos, ainda, um pouco mais detalhadamente, dos sistemas de marcação de funções sintáticas e papéis semânticos, do sistema de representação gramatical dos actantes e do sistema de tempo, aspecto e modo. Na sintaxe, procuramos observar a categorização semântica das situações na língua e como estas são codificadas na estrutura sintática da cláusula, classificando e descrevendo, deste modo, os principais tipos de construções da língua e suas variações. São considerados, ainda, os tipos de sentença e quatro tipos de operações de complexivização de cláusulas: coordenação, completivização, relativização e circunstancialização. A título de conclusão, comentamos fatos gerais sobre a estrutura da língua, discutimos alguns parâmetros utilizados na tipologia lingüística e fazemos sugestões preliminares para a elaboração de um sistema de escrita.
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Orientação: Adair Pimentel Palácio
Área de Concentração: Linguística (Doutorado)
Resumo: Este trabalho é uma descrição, nos níveis da fonologia, da morfologia e da sintaxe, do Ya:thê, língua indígena brasileira, falada pelos índios Fulni-ô, do Sul do Estado de Pernambuco, no Nordeste do Brasil. A análise foi efetuada sobre bases distribucionais e funcionais e procuramos dar aos fenômenos observados uma interpretação funcionalista sempre que isto foi possível. Descrevemos a fonologia em termos de inventário de sons e de suas especificações fonéticas e fonotáticas, e do inventário de fonemas e definição do status de determinados sons considerados problemáticos. Procuramos sugerir, ainda, as matrizes dos traços que parecem ser utilizados pelo sistema fonológico da língua e descrevemos brevemente os principais processos fonológicos e morfofonológicos. Na morfologia, definimos os processos de formação de palavras, estabelecemos as classes principais e as classes menores de palavras, bem como os elementos que funcionam como especificadores do nome e do verbo e sua combinação na constituição de sintagmas. Tratamos, ainda, um pouco mais detalhadamente, dos sistemas de marcação de funções sintáticas e papéis semânticos, do sistema de representação gramatical dos actantes e do sistema de tempo, aspecto e modo. Na sintaxe, procuramos observar a categorização semântica das situações na língua e como estas são codificadas na estrutura sintática da cláusula, classificando e descrevendo, deste modo, os principais tipos de construções da língua e suas variações. São considerados, ainda, os tipos de sentença e quatro tipos de operações de complexivização de cláusulas: coordenação, completivização, relativização e circunstancialização. A título de conclusão, comentamos fatos gerais sobre a estrutura da língua, discutimos alguns parâmetros utilizados na tipologia lingüística e fazemos sugestões preliminares para a elaboração de um sistema de escrita.
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