O Entrelaçar da Poesia de Antero de Quental e Florbela Espanca
Orientação: Yaracylda Oliveira Farias
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: O objetivo desta pesquisa foi estudar as diferenças e semelhanças percebidas na lírica de Antero de Quental e Florbela Espanca, com relação às temáticas: amar e pensar, dando-se ênfase ao papel do leitor cooperativo, aquele que está em constante diálogo com o texto. Os caminhos percorridos foram norteados pelo comparativismo e pela Estética da Recepção.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Aquivo Digital da Pós-Graduação em Letras UFPE
25 de fevereiro de 2003
24 de fevereiro de 2003
Juarez Nogueira Lins
Postado por
Letras Digitais
Geografia e Literatura: uma leitura interdisciplinar do Recife através da poesia de Manuel Bandeira, Carlos Pena Filho e João Cabral de Melo Neto
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Este texto é um estudo interdisciplinar, no qual se inter-relacionam os pressupostos teóricos da Literatura e da Geografia, objetivando ampliar as possibilidades de interpretação de um mesmo espaço a partir de duas leituras. A cidade do Recife, este espaço, é o objeto de estudo, e as fontes são obras literárias - poemas - de três poetas recifenses: Manuel Bandeira, Carlos Pena Filho e João Cabral de Melo Neto. Os textos destes poetas tiveram como fonte de inspiração a paisagem geográfica, portanto, uma análise geográfica do poema é relevante para o estudo literário. Da mesma forma, a representação que os poetas fizeram desta paisagem geográfica traz elementos novos para o estudo geográfico. São duas leituras sobre a cidade, leituras que se complementam, com a literatura traduzindo o essencial das relações homem e espaço e a geografia subsidiando a interpretação dos textos literários que abordam o espaço recifense.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Este texto é um estudo interdisciplinar, no qual se inter-relacionam os pressupostos teóricos da Literatura e da Geografia, objetivando ampliar as possibilidades de interpretação de um mesmo espaço a partir de duas leituras. A cidade do Recife, este espaço, é o objeto de estudo, e as fontes são obras literárias - poemas - de três poetas recifenses: Manuel Bandeira, Carlos Pena Filho e João Cabral de Melo Neto. Os textos destes poetas tiveram como fonte de inspiração a paisagem geográfica, portanto, uma análise geográfica do poema é relevante para o estudo literário. Da mesma forma, a representação que os poetas fizeram desta paisagem geográfica traz elementos novos para o estudo geográfico. São duas leituras sobre a cidade, leituras que se complementam, com a literatura traduzindo o essencial das relações homem e espaço e a geografia subsidiando a interpretação dos textos literários que abordam o espaço recifense.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Silvano Pereira de Araújo
Postado por
Letras Digitais
A Pergunta Didática na Produção Oral de Alunos Universitários de Língua Inglesa: um enfoque sócio-internacional
Orientação: Abuêndia Padilha Peixoto Pinto
Área de Concentração: Linguística (Doutorado)
Resumo: Neste trabalho, temos por objetivo identificar, descrever e analisar perguntas utilizadas por quatro professores de língua estrangeira em salas de aula de uma universidade do estado de Pernambuco, para averiguar em que sentido elas contribuem para a qualidade da produção oral do aluno. Para isso, recorremos aos seguintes instrumentos de coleta de dados: observação em sala de aula, gravação e transcrição de oito aulas (duas de cada professor), entrevistas com os professores e questionários para professores e alunos. Apesar de sua importância para este trabalho, as tipologias propostas pela pesquisa de sala de aula não foram suficientes para dar conta da análise dos dados, já que, freqüentemente não relacionam as perguntas ao contexto sociocultural em que se realizam. O aporte teórico que fundamenta este estudo se inspira no paradigma etnográfico de linguagem e de aprendizagem de línguas. Nessa perspectiva, as perguntas são enunciados cujas funções variam de acordo com o contexto sociocultural e o evento comunicativo. Uma análise parcial dos dados indica serem as perguntas do professor determinadas, dentre outros fatores, pelo ritual, objetivos da aula, papéis do professor e do aluno, assim como pelo tipo de abordagem adotada pelo professor. As perguntas mais recorrentes nas aulas observadas foram: a espontânea, a de estabelecimento de clima, a procedimental, a interativa e a pergunta didática. Os dados ainda revelam que os professores, ao enunciarem as perguntas didáticas, fazem uso de estratégias de facilitação, dentre as quais destacamos: repetição, paráfrase, perguntas com lacunas, ênfase na palavra-chave, tradução, pergunta e resposta pelo professor para otimizar a produção oral do aluno.
» Download do e-book (Formato PDF:1,6 MB)
Aguarde o carregamento do e-book. Para visualizar é necessário ter instalado em sua máquina o software Adobe Reader. Caso não o possua clique aqui para fazer o download.
Orientação: Abuêndia Padilha Peixoto Pinto
Área de Concentração: Linguística (Doutorado)
Resumo: Neste trabalho, temos por objetivo identificar, descrever e analisar perguntas utilizadas por quatro professores de língua estrangeira em salas de aula de uma universidade do estado de Pernambuco, para averiguar em que sentido elas contribuem para a qualidade da produção oral do aluno. Para isso, recorremos aos seguintes instrumentos de coleta de dados: observação em sala de aula, gravação e transcrição de oito aulas (duas de cada professor), entrevistas com os professores e questionários para professores e alunos. Apesar de sua importância para este trabalho, as tipologias propostas pela pesquisa de sala de aula não foram suficientes para dar conta da análise dos dados, já que, freqüentemente não relacionam as perguntas ao contexto sociocultural em que se realizam. O aporte teórico que fundamenta este estudo se inspira no paradigma etnográfico de linguagem e de aprendizagem de línguas. Nessa perspectiva, as perguntas são enunciados cujas funções variam de acordo com o contexto sociocultural e o evento comunicativo. Uma análise parcial dos dados indica serem as perguntas do professor determinadas, dentre outros fatores, pelo ritual, objetivos da aula, papéis do professor e do aluno, assim como pelo tipo de abordagem adotada pelo professor. As perguntas mais recorrentes nas aulas observadas foram: a espontânea, a de estabelecimento de clima, a procedimental, a interativa e a pergunta didática. Os dados ainda revelam que os professores, ao enunciarem as perguntas didáticas, fazem uso de estratégias de facilitação, dentre as quais destacamos: repetição, paráfrase, perguntas com lacunas, ênfase na palavra-chave, tradução, pergunta e resposta pelo professor para otimizar a produção oral do aluno.
» Download do e-book (Formato PDF:1,6 MB)
Aguarde o carregamento do e-book. Para visualizar é necessário ter instalado em sua máquina o software Adobe Reader. Caso não o possua clique aqui para fazer o download.
4 de fevereiro de 2003
Ivanda Maria Martins Silva
Postado por
Letras Digitais
Interação Texto-Leitor na Escola: dialogando com os contos de Gilvan Lemos
Orientação: Maria da Piedade Moreira de Sá
Área de Concentração: Teoria da Literatura (Doutorado)
Resumo: A presente investigação analisa a interação de alunos do Ensino Médio de uma escola pública da rede estadual com os contos de Gilvan Lemos, visando estudar as principiais dificuldades dos leitores em face da leitura literária. Revisitamos os pressupostos de abordagens teóricas que focalizam a interação texto-leitor sob prismas distintos, mas que dialogam quando discutem a leitura do ponto de vista social (Jauss, 1978), ou individual (Iser, 1979, 1996, 1998), reconhecendo os limites da interpretação (Eco, 1999). Os contos do autor pernambucano foram selecionados, tendo em vista as diferentes estratégias narrativas utilizadas que convidam o leitor a participar do “jogo da ficção”. Foram trabalhados cinco contos de Gilvan Lemos: “A inocente farsa da vingança”, “Dias idos e não vividos”, “Missa do galo”, “Morte ao invasor” e “Coelhinhos do mato”. O corpus da pesquisa é formado por 300 questionários aplicados após a leitura dos referidos contos. Na análise dos dados, selecionamos as respostas dos alunos, as quais revelaram a identificação ou a não-identificação do leitor com o texto literário. Os resultados da pesquisa apontam a técnica narrativa utilizada nos contos como a principal dificuldade dos alunos no ato da leitura. Diante da leitura de narrativas que apresentam uma organização discursiva pouco linear, os alunos não conseguem articular os planos da história e do discurso. Em síntese, o presente estudo propõe uma maior integração entre as contribuições da Teoria da Literatura e a escola, na medida em que discute o ato da leitura como processo dinâmico de envolvimento do leitor com o texto, considerando principalmente o enfoque de Iser. A leitura literária é abordada como um jogo, conforme a abordagem de Iser (In: Lima, 2002), em que os autores jogam com os leitores e o texto é o campo do jogo.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: Maria da Piedade Moreira de Sá
Área de Concentração: Teoria da Literatura (Doutorado)
Resumo: A presente investigação analisa a interação de alunos do Ensino Médio de uma escola pública da rede estadual com os contos de Gilvan Lemos, visando estudar as principiais dificuldades dos leitores em face da leitura literária. Revisitamos os pressupostos de abordagens teóricas que focalizam a interação texto-leitor sob prismas distintos, mas que dialogam quando discutem a leitura do ponto de vista social (Jauss, 1978), ou individual (Iser, 1979, 1996, 1998), reconhecendo os limites da interpretação (Eco, 1999). Os contos do autor pernambucano foram selecionados, tendo em vista as diferentes estratégias narrativas utilizadas que convidam o leitor a participar do “jogo da ficção”. Foram trabalhados cinco contos de Gilvan Lemos: “A inocente farsa da vingança”, “Dias idos e não vividos”, “Missa do galo”, “Morte ao invasor” e “Coelhinhos do mato”. O corpus da pesquisa é formado por 300 questionários aplicados após a leitura dos referidos contos. Na análise dos dados, selecionamos as respostas dos alunos, as quais revelaram a identificação ou a não-identificação do leitor com o texto literário. Os resultados da pesquisa apontam a técnica narrativa utilizada nos contos como a principal dificuldade dos alunos no ato da leitura. Diante da leitura de narrativas que apresentam uma organização discursiva pouco linear, os alunos não conseguem articular os planos da história e do discurso. Em síntese, o presente estudo propõe uma maior integração entre as contribuições da Teoria da Literatura e a escola, na medida em que discute o ato da leitura como processo dinâmico de envolvimento do leitor com o texto, considerando principalmente o enfoque de Iser. A leitura literária é abordada como um jogo, conforme a abordagem de Iser (In: Lima, 2002), em que os autores jogam com os leitores e o texto é o campo do jogo.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
20 de dezembro de 2002
Joana D’arc de Mendonça Cavalcanti
Postado por
Letras Digitais
Dor-Amor: leitura e escritura dos contos de fada
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura (Doutorado)
Resumo: “Dor-amor: leitura e escritura dos contos de fadas” propõe um trabalho de hermenêutica baseado na análise psico-crítica, assumindo como referência os pressupostos teóricos dos especialistas Jean Bellemin-Noel e Juan-David Nasio, nos quais fundamentamos nossas hipóteses e interpretações para dizer que tais narrativas nos desafiam na base dos nossos desejos mais profundos, portanto lugar de busca onde o leitor vivencia sua subjetividade de forma mais plena possível. Por meio da análise crítica das narrativas “Vasalisa: a sábia”, “O pequeno polegar”, “O junípero” e “A bela e a fera”, apontamos para o fato de que os contos de fadas constituem-se num território de transubjetividade, fonte inesgotável da experiência simbólica e do encontro entre o eu e o outro que se podem ver no "mais-além" que caracteriza a dimensão da ficção e da obra de arte. Por meio desses contos e dos autores que nos apóiam na aliança entre literatura e psicanálise, além dos já citados, visitamos Bruno Bettelelheim, Sheldon Cashdan, Melanie Klein, Maud Mannoni, Alfredo Garcia-Roza, entre outros, para dizer que os contos encantam porque nos ensinam que a vida é busca, desafio e captura de um sentido sem o qual não conseguimos uma resolução satisfatória para nossos dramas e conflitos. Enfim o mágico "Era uma vez..." da história de todos nós. Por isso, desde que o mundo é mundo as histórias existem e um conto de fadas é uma das mais elevadas expressões simbólicas de que o bem sempre vence o mal, que a palavra salva e faz esperançar. Apesar de todas as dores e etapas a serem vencidas, os contos de fadas nos ensinam que somos salvos pelo amor.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura (Doutorado)
Resumo: “Dor-amor: leitura e escritura dos contos de fadas” propõe um trabalho de hermenêutica baseado na análise psico-crítica, assumindo como referência os pressupostos teóricos dos especialistas Jean Bellemin-Noel e Juan-David Nasio, nos quais fundamentamos nossas hipóteses e interpretações para dizer que tais narrativas nos desafiam na base dos nossos desejos mais profundos, portanto lugar de busca onde o leitor vivencia sua subjetividade de forma mais plena possível. Por meio da análise crítica das narrativas “Vasalisa: a sábia”, “O pequeno polegar”, “O junípero” e “A bela e a fera”, apontamos para o fato de que os contos de fadas constituem-se num território de transubjetividade, fonte inesgotável da experiência simbólica e do encontro entre o eu e o outro que se podem ver no "mais-além" que caracteriza a dimensão da ficção e da obra de arte. Por meio desses contos e dos autores que nos apóiam na aliança entre literatura e psicanálise, além dos já citados, visitamos Bruno Bettelelheim, Sheldon Cashdan, Melanie Klein, Maud Mannoni, Alfredo Garcia-Roza, entre outros, para dizer que os contos encantam porque nos ensinam que a vida é busca, desafio e captura de um sentido sem o qual não conseguimos uma resolução satisfatória para nossos dramas e conflitos. Enfim o mágico "Era uma vez..." da história de todos nós. Por isso, desde que o mundo é mundo as histórias existem e um conto de fadas é uma das mais elevadas expressões simbólicas de que o bem sempre vence o mal, que a palavra salva e faz esperançar. Apesar de todas as dores e etapas a serem vencidas, os contos de fadas nos ensinam que somos salvos pelo amor.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
17 de dezembro de 2002
Carlos Adreson da Silva
Postado por
Letras Digitais
Uma Análise Fonológica Segmental do Inglês de Aprendizes Brasileiros e o Ensino de Pronúncia numa Perspectiva Sociointeracionista e Internacional: progressos, dificuldades e sugestões para o processo pedagógico
Orientação: Marígia Ana de Moura Viana
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Este trabalho visa a oferecer subsídios ao ensino de língua inglesa para brasileiros por meio de uma análise fonológica segmental do inglês falado por esses sujeitos e de um repensar do processo numa perspectiva holística sócio-interacionista e internacional, conciliando produto e processo. A tradição analítica, nesta área, tem sido a de enfocar o produto/estrutura e não a interação. Nesta pesquisa, reconhecemos a validade da descrição lingüística e buscamos refletir criticamente sobre o ensino de pronúncia do inglês. Para se conhecer de forma básica o resultado/produto fonológico do aprendizado de alunos brasileiros, foram coletadas produções orais de 6 (seis) alunos da Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco, por meio de dois instrumentos: primeiro, conversas entre os alunos, em grupos pequenos, e, depois, a leitura individual de uma lista de palavras contendo os fonemas do inglês em diferentes contextos fônicos. Posteriormente analisaram-se os dados coletados, com base num contraste teórico entre o sistema desta língua e do português. Como parâmetro para o português, foi considerada a descrição minuciosa e atual de Cristófaro Silva (2001) e para o inglês, o modelo fonológico de Jekins (2000) para o uso/ensino desta língua internacionalmente, algumas vezes com menção às variedades britânica e americana padrão, no que se julgou necessário. Para uma melhor interface fonologia-ensino, tendo em vista a centralidade do aluno no processo pedagógico, aplicou-se um questionário para obter dados pessoais e a percepção dos alunos quanto à pronúncia de língua estrangeira (especialmente inglês) e o seu ensino numa perspectiva mais processual. Como resultados práticos, buscamos observar as dificuldades de pronúncia encontradas pelo falante brasileiro de português no aprendizado da língua inglesa e, pela utilização de exercícios/procedimentos que enfoquem essas dificuldades, identificar formas para superá-las. Por fim, sugere-se um trabalho pedagógico que enfoque não só o produto fonológico, mas também o processo de negociação da inteligibilidade, área relevante e carente de estudos. Como contribuição adicional, pensou-se a fonologia de uma forma mais abrangente e atual, evitando vê-la como elemento estático do código, não negociado nos diversos contextos reais.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: Marígia Ana de Moura Viana
Área de Concentração: Linguística
Resumo: Este trabalho visa a oferecer subsídios ao ensino de língua inglesa para brasileiros por meio de uma análise fonológica segmental do inglês falado por esses sujeitos e de um repensar do processo numa perspectiva holística sócio-interacionista e internacional, conciliando produto e processo. A tradição analítica, nesta área, tem sido a de enfocar o produto/estrutura e não a interação. Nesta pesquisa, reconhecemos a validade da descrição lingüística e buscamos refletir criticamente sobre o ensino de pronúncia do inglês. Para se conhecer de forma básica o resultado/produto fonológico do aprendizado de alunos brasileiros, foram coletadas produções orais de 6 (seis) alunos da Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco, por meio de dois instrumentos: primeiro, conversas entre os alunos, em grupos pequenos, e, depois, a leitura individual de uma lista de palavras contendo os fonemas do inglês em diferentes contextos fônicos. Posteriormente analisaram-se os dados coletados, com base num contraste teórico entre o sistema desta língua e do português. Como parâmetro para o português, foi considerada a descrição minuciosa e atual de Cristófaro Silva (2001) e para o inglês, o modelo fonológico de Jekins (2000) para o uso/ensino desta língua internacionalmente, algumas vezes com menção às variedades britânica e americana padrão, no que se julgou necessário. Para uma melhor interface fonologia-ensino, tendo em vista a centralidade do aluno no processo pedagógico, aplicou-se um questionário para obter dados pessoais e a percepção dos alunos quanto à pronúncia de língua estrangeira (especialmente inglês) e o seu ensino numa perspectiva mais processual. Como resultados práticos, buscamos observar as dificuldades de pronúncia encontradas pelo falante brasileiro de português no aprendizado da língua inglesa e, pela utilização de exercícios/procedimentos que enfoquem essas dificuldades, identificar formas para superá-las. Por fim, sugere-se um trabalho pedagógico que enfoque não só o produto fonológico, mas também o processo de negociação da inteligibilidade, área relevante e carente de estudos. Como contribuição adicional, pensou-se a fonologia de uma forma mais abrangente e atual, evitando vê-la como elemento estático do código, não negociado nos diversos contextos reais.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
13 de dezembro de 2002
Ivaldete Albuquerque Passerieux
Postado por
Letras Digitais
Émile Zola e Aluísio de Azevedo: L’Assommoir e O Cortiço em confronto
Orientação: Yaracylda Oliveira Farias
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Caminhando no campo do comparativismo, este trabalho de exploração e de análise das duas mais importantes obras do naturalismo francês e do brasileiro tem o objetivo de mostrar, através das semelhanças existentes entre elas, que O Cortiço, de Aluísio Azevedo, constitui um exemplo de intertextualidade em relação a L’Assommoir, de Émile Zola, ao mesmo tempo, mostrando que, através das diferenças entre ambas, apesar da confluência zoliana no texto de Azevedo, ele escreveu um romance original. E como a maioria das obras revela uma certa conivência com a formação ideológica do autor, mostraremos também, como o envolvimento político-social dos dois escritores aparece nesses dois romances.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: Yaracylda Oliveira Farias
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Caminhando no campo do comparativismo, este trabalho de exploração e de análise das duas mais importantes obras do naturalismo francês e do brasileiro tem o objetivo de mostrar, através das semelhanças existentes entre elas, que O Cortiço, de Aluísio Azevedo, constitui um exemplo de intertextualidade em relação a L’Assommoir, de Émile Zola, ao mesmo tempo, mostrando que, através das diferenças entre ambas, apesar da confluência zoliana no texto de Azevedo, ele escreveu um romance original. E como a maioria das obras revela uma certa conivência com a formação ideológica do autor, mostraremos também, como o envolvimento político-social dos dois escritores aparece nesses dois romances.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
2 de dezembro de 2002
Polyanna Angelote Camelo
Postado por
Letras Digitais
Poesia e Alquimia em Terra Sonâmbula de Mia Couto
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Este trabalho visa uma abordagem mítico-psicológica do romance Terra Sonâmbula do escritor moçambicano Mia Couto. Será nosso ponto de vista comparativo a Alquimia, base para um analogia poética entre a obra de arte literária e a Magnum Opus Alquímica. Esta dissertação estará dividida em duas partes, representando dois dos arquétipos do imaginário, a queda e a ascensão. As experiências oníricas do personagem central do romance serão nosso corpus básico numa análise simbólica do imaginário poético da obra. Além disso, uma abordagem cultural não poderia ser ignorada, tendo em vista que o romance Terra Sonâmbula, fazendo parte de uma literatura considerada Pós-Colonial, resgate uma identidade cultural subjugada.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: Sebastien Joachim
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: Este trabalho visa uma abordagem mítico-psicológica do romance Terra Sonâmbula do escritor moçambicano Mia Couto. Será nosso ponto de vista comparativo a Alquimia, base para um analogia poética entre a obra de arte literária e a Magnum Opus Alquímica. Esta dissertação estará dividida em duas partes, representando dois dos arquétipos do imaginário, a queda e a ascensão. As experiências oníricas do personagem central do romance serão nosso corpus básico numa análise simbólica do imaginário poético da obra. Além disso, uma abordagem cultural não poderia ser ignorada, tendo em vista que o romance Terra Sonâmbula, fazendo parte de uma literatura considerada Pós-Colonial, resgate uma identidade cultural subjugada.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
29 de novembro de 2002
Maria Ivonete Coutinho da Silva
Postado por
Letras Digitais
Ensaio Sobre a Cegueira: um olhar que transcende o olho
Orientação: Yaracylda Oliveira Farias
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: O estudo do romance Ensaio sobre a cegueira, do escritor português José Saramago, tem como objetivo questionar e refletir sobre a existência humana e suas relações de identidade/alteridade, no âmbito do contexto da sociedade contemporânea, à luz das teorias filosófica, antropológica e literária. A cegueira, tema central do romance, é articulada como o olhar. Um olhar que transcende os limites visuais, impostos pela sociedade da imagem, e se estende para um mundo, onde o visível e o invisível se fundem no devir da existência. Isto, sob a extensão de um olhar plural, dialético que se abre para um conjunto de saberes, e possibilita uma leitura interdisciplinar sobre o tema em estudo. Assim, pela trajetória da cegueira como metáfora da visão, perfilhamos este caminho, em busca de um olhar que não só revele o mundo, mas que o desvele a nós e aos outros.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
Orientação: Yaracylda Oliveira Farias
Área de Concentração: Teoria da Literatura
Resumo: O estudo do romance Ensaio sobre a cegueira, do escritor português José Saramago, tem como objetivo questionar e refletir sobre a existência humana e suas relações de identidade/alteridade, no âmbito do contexto da sociedade contemporânea, à luz das teorias filosófica, antropológica e literária. A cegueira, tema central do romance, é articulada como o olhar. Um olhar que transcende os limites visuais, impostos pela sociedade da imagem, e se estende para um mundo, onde o visível e o invisível se fundem no devir da existência. Isto, sob a extensão de um olhar plural, dialético que se abre para um conjunto de saberes, e possibilita uma leitura interdisciplinar sobre o tema em estudo. Assim, pela trajetória da cegueira como metáfora da visão, perfilhamos este caminho, em busca de um olhar que não só revele o mundo, mas que o desvele a nós e aos outros.
» E-book disponível para acesso na Sala de Leitura César Leal - Centro de Artes e Comunicação - Campus UFPE
8 de outubro de 2002
Maria Inêz Matoso Silveira
Postado por
Letras Digitais
Estudo Sócio-Retórico do Ofício-Gênero Textual da Correspondência Oficial e Empresarial
Orientação: Dóris de Arruda Carneiro da Cunha
Área de Concentração: Linguística (Doutorado)
Resumo: Este trabalho tem como objetivo estudar o ofício, gênero textual tradicional e de uso muito freqüente na correspondência administrativa oficial e empresarial, considerando o contexto enunciativo de sua produção e recepção, sua organização retórica, seus aspectos textuais e seus dispositivos retórico-gramaticais. O estudo fundamenta-se na concepção socioretórica de gênero (Miller, 1984) e utiliza uma adaptação dos modelos de análise de gênero de Swales (1990) e de Bhatia (1993). O corpus utilizado consiste de 48 exemplares de ofício, que, para efeito de análise, foram classificados em 4 tipos de ofício, de acordo com os propósitos comunicativos a que servem, tendo-se, assim, o ofício de solicitação, o ofício de encaminhamento de documento, o ofício de convite para evento e o ofício de informação e esclarecimento. A análise da estrutura retórica dos ofícios do corpus revelou a característica mais relevante desse gênero – a heterogeneidade– que aparece mesmo entre os exemplares que se destinam ao mesmo propósito comunicativo. A despeito disso, foram detectadas algumas regularidades que asseguram o caráter prototípico desse gênero. Quanto à análise dos aspectos textuais e dos recursos retórico-gramaticais, considerou-se, primeiramente, o registro lingüístico em que se escrevem os ofícios – a linguagem burocrática – enfatizando suas principais características e suas marcas lingüísticas na superfície textual dos exemplares analisados. Quanto às implicações pedagógicas da pesquisa, a autora considera que os resultados da análise podem fornecer subsídios relevantes ao ensino instrumental da língua materna, especialmente no que respeita ao ensino da chamada redação oficial e à escritura de ofícios, devendo-se enfatizar a eficácia retórica através da diversificação e flexibilização dos recursos discursivos e lingüístico-gramaticais adequados aos vários propósitos comunicativos que o gênero em tela pode veicular.
» Download do e-book (Formato PDF:17,9 MB)
Aguarde o carregamento do e-book. Para visualizar é necessário ter instalado em sua máquina o software Adobe Reader. Caso não o possua clique aqui para fazer o download.
Orientação: Dóris de Arruda Carneiro da Cunha
Área de Concentração: Linguística (Doutorado)
Resumo: Este trabalho tem como objetivo estudar o ofício, gênero textual tradicional e de uso muito freqüente na correspondência administrativa oficial e empresarial, considerando o contexto enunciativo de sua produção e recepção, sua organização retórica, seus aspectos textuais e seus dispositivos retórico-gramaticais. O estudo fundamenta-se na concepção socioretórica de gênero (Miller, 1984) e utiliza uma adaptação dos modelos de análise de gênero de Swales (1990) e de Bhatia (1993). O corpus utilizado consiste de 48 exemplares de ofício, que, para efeito de análise, foram classificados em 4 tipos de ofício, de acordo com os propósitos comunicativos a que servem, tendo-se, assim, o ofício de solicitação, o ofício de encaminhamento de documento, o ofício de convite para evento e o ofício de informação e esclarecimento. A análise da estrutura retórica dos ofícios do corpus revelou a característica mais relevante desse gênero – a heterogeneidade– que aparece mesmo entre os exemplares que se destinam ao mesmo propósito comunicativo. A despeito disso, foram detectadas algumas regularidades que asseguram o caráter prototípico desse gênero. Quanto à análise dos aspectos textuais e dos recursos retórico-gramaticais, considerou-se, primeiramente, o registro lingüístico em que se escrevem os ofícios – a linguagem burocrática – enfatizando suas principais características e suas marcas lingüísticas na superfície textual dos exemplares analisados. Quanto às implicações pedagógicas da pesquisa, a autora considera que os resultados da análise podem fornecer subsídios relevantes ao ensino instrumental da língua materna, especialmente no que respeita ao ensino da chamada redação oficial e à escritura de ofícios, devendo-se enfatizar a eficácia retórica através da diversificação e flexibilização dos recursos discursivos e lingüístico-gramaticais adequados aos vários propósitos comunicativos que o gênero em tela pode veicular.
» Download do e-book (Formato PDF:17,9 MB)
Aguarde o carregamento do e-book. Para visualizar é necessário ter instalado em sua máquina o software Adobe Reader. Caso não o possua clique aqui para fazer o download.